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Dra Ana Pia Gomes Coelho Dermatologia Clinica no Rio de Janeiro – RJ

O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil e no mundo.
A cada ano, centenas de milhares de novos casos são diagnosticados, especialmente em países de clima tropical, onde a exposição ao sol é intensa durante todo o ano.
Embora muito frequente, o câncer de pele tem altas chances de cura quando é detectado precocemente. Conhecer seus sinais, entender suas causas e adotar hábitos de prevenção é essencial para proteger a saúde e evitar complicações graves.

Quem Cuida de Câncer de Pele?

O médico indicado para diagnosticar e tratar o câncer de pele é o Dermatologista com experiência em Oncologia.

Quem é a Dra. Ana Pia?

Dra. Ana Pia. Especialista em câncer de pele.
Dra. Ana Pia. Especialista em câncer de pele.
  • A Dra Ana Pia é uma profissional com treinamento e experiência para diagnosticar lesões de pele que necessitem de remoção cirúrgica, e definir qual o melhor método para ressecção de tumores benignos e malignos.
  • Faz uso frequente da dermatoscopia, que é como um microscópio colocado sobre a pele, que auxilia no diagnóstico e ajuda a programar o tipo de cirurgia mais adequado.
  • No consultório, ela conta com equipamentos e com uma sala onde é possível realizar cirurgias com anestesia local e sem os riscos de uma internação.
  • Oferece tratamentos de qualidade, realmente consagrados e aprovados como seguros, sempre adequados a realidade de cada paciente.

Qual a formação da Dra Ana Pia?


No seu currículo A Dra Ana Pia tem:

  • Mais de 30 anos de experiencia no consultório
  • 3 anos de residência em Dermatologia
  • Mestrado em Dermatologia
  • 30 anos de Dermatologista na Universidade Federal do Rio de Janeiro, trabalhando com ensino no internato com a formação de novos médicos e residentes, inclusive na parte de cirurgia dermatológica
  • Trabalhou como Dermatologista do Serviço Médico da VARIG por 10 anos, onde sempre realizou os procedimentos de cirurgia da pele.
  • Está em constante aperfeiçoamento, sempre buscando atualização e novas técnicas, através de treinamentos, congressos e educação médica continuada
  • Sócia Efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia
  • Especialista em Dermatologia e Cirurgia Dermatológica pela SBD e pelo Ministério da Saúde

E o que dizem os pacientes?

Screenshot

O que é o câncer de pele?

  • O câncer de pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele.
  • Ocorre quando o DNA dessas células é alterado — geralmente pela radiação UV, proveniente do sol ou de câmaras de bronzeamento artificial
  • O organismo geralmente tem mecanismos para reparar essas alterações. Mas por vezes esses mecanismos falham.
  • As células começam a se multiplicar de forma desordenada, formando tumores que podem invadir tecidos próximos e, em alguns casos, se espalhar para outras partes do corpo.
  • A maior parte dos cânceres de pele se origina na epiderme, onde se encontram diferentes tipos de células — cada uma delas pode dar origem a um tipo específico de câncer.
  • Falaremos inicialmente sobre os tumores de origem epidérmica, que são os mais frequentes.
esquema do câncer de pele
Esquema de pele ilustrando os principais tipos de cancer de pele

Tipos de câncer de pele

Existem dois grandes grupos de câncer de pele: os não melanoma e os melanoma.

1. Câncer de pele não melanoma

Este grupo é o mais comum.

Felizmente, também o menos agressivo.

Representam cerca de 90% dos casos de câncer de pele e, na maioria das vezes, tem bom prognóstico quando tratado adequadamente.

Os principais tipos são:

Carcinoma basocelular (CBC)

É o tipo mais frequente de câncer de pele.

Tem crescimento lento e não se espalha para outras partes do corpo.

Surge nas células (queratinócitos) da camada basal da epiderme.

Os locais de preferência são as áreas expostas ao sol, como rosto (nariz, testa e próximo aos olhos), pescoço, áreas calvas da cabeça, ombros e dorso.

Os sinais mais comuns incluem:

  • Feridas que não cicatrizam;
  • Lesões que sangram facilmente;
  • Pequenas elevações na pele, com brilho perolado;
  • Crostas que voltam a se formar no mesmo local.
cancer de pele. carcinoma basocelular
Paciente com duas lesões de carcinoma basocelular na face

Apesar de não causar metástase, o carcinoma basocelular pode crescer localmente e destruir tecidos vizinhos, o que reforça a importância do diagnóstico precoce.

Manejo nos Casos de Carcinoma Basocelular

A cirurgia correta a se fazer é a excisão completa da lesão com margem de segurança e o material deve ser enviado para exame histopatológico.

Esse exame confirma o diagnóstico e avalia as margens cirúrgicas laterais e profundas da lesão. Se as margens estiverem livres, significa que a lesão está curada.

Em lesões maiores e em áreas com pouca pele para reconstrução, pode ser utilizada a cirurgia micrográfica de Mohs, que prevê a biópsia por congelamento para análise das margens durante a cirurgia.

A radioterapia pode ter indicação em tumores de difícil acesso cirúrgico, ou em áreas em que a retirada completa do tumor possa levar à desfiguração ou perda de função de algum órgão.

A meu ver, não são recomendáveis a retirada por eletrocoagulação com bisturi elétrico, a criocirurgia, o uso de ácidos (cauterização química), e nem a imunoterapia com 5-fluorouracil ou imiquimod, já que essas técnicas não garantem a retirada completa das lesões com margens livres. A recidiva da lesão é bem mais frequente.

Carcinoma espinocelular (CEC)

Também chamado de carcinoma epidermóide.

Esse tipo de tumor geralmente se localiza no couro cabeludo (áreas calvas), na face, no colo, no dorso e nas extremidades – mãos, braços e pernas.

Esse tipo de tumor surge em decorrência da exposição crônica aos raios UV (trabalhadores rurais, pessoas que trabalham expostas à luz do dia por muitos anos) e tem baixa malignidade – não tem potencial de causar lesões à distância (metástases).

O CEC também pode ser originado em lesões inflamatórias crônicas como úlceras de perna antigas ou nas cicatrizes.

câncer de pele. carcinoma espinocelular
Lesào de carcinoma epidermóide na mucosa labial. Se associa com o sol e também com o hábito de fumar.

Surgem também associadas a lesões virais por HPV genitais ou labiais.

Nesses dois últimos, a lesão pode ser mais agressiva e produzir metástases à distância

O tumor se forma nas células escamosas (queratinócitos da camada espinhosa – intermediária da epiderme).

A característica principal do tumor é a formação de uma verruga vascularizada e endurecida.

Pode ser confundida, no início, com uma verruga viral ou com uma ceratose seborreica irritada.

A lesão de carcinoma epidermóide é infiltrada, com uma base vermelha e endurecida e com muitos pequenos vasos

câncer de pele. Carcinoma espinocelular
Lesão vegetante – carcinoma espinocelular no pescoço

Manejo nos casos de Carcinoma Espinocelular

A excisão completa da lesão com margem de segurança é a conduta correta.

O material retirado deve ser encaminhado para exame histopatológico, onde será feita a análise das margens cirúrgicas. Se estiverem livres, o tumor é considerado curado.

No caso de lesões nas mucosas (associadas ao HPV) ou em lesões que surgem sobre feridas ou cicatrizes, a pesquisa de linfonodos na região deve ser feita para verificar se estão acometidos pelo tumor. Nesses casos pode ser indicada a retirada dos linfonodos e pesquisa de lesões metastáticas à distância.

A radio e a quimioterapia são tratamentos adicionais que podem ser adotados na impossibilidade de retirada completa do tumor ou na presença de metástases.

As ceratoses actínicas, que precedem o surgimento do tumor nas áreas com pelos da pele, podem ser tratadas por eletrocoagulação, cauterização química, criocirurgia e imunoterapia com 5-fluorouracil e derivados ou imiquimode.

2. Melanoma

O melanoma é o tipo mais grave e perigoso de câncer de pele, embora seja menos frequente. Ele se origina nos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele, aos cabelos e aos olhos.

Devido a essa origem, o melanoma geralmente surge mais frequentemente como uma mancha escura.

A característica mais frequente é o aumento do diâmetro da mancha. Portanto, o melanoma é uma mancha que cresce para os lados.

Somente numa fase posterior, quando a lesão invade a derme e os tecidos mais profundos, essa lesão vai ganhar um relêvo na pele.

As localizações mais frequentes são as coxas, face posterior dos braços e dorso. Mas qualquer área exposta ao sol pode ser acometida. Pode acometer as palmas e as plantas dos pés (melanoma acral)

câncer de pele. Melanoma.
Melanoma acral com lesão satélite

O melanoma se relaciona mais com queimaduras solares. Pode surgir após exposições solares eventuais muito intensas. Os demais tumores de pele estão mais relacionados com a exposição crônica ao sol.

Outras características da mancha inicial do melanoma são:

Aparecimento de outras cores – tons avermelhados, acastanhados e negros.

Câncer de pele. Melanoma
Melanoma inicial no lábio inferior. Assimetria, bordas mal delimitadas e diversos tons

Bordas mal delimitadas com áreas de aparente “cura” e o derrame de pigmento, que é o surgimento contíguo da pigmentação com áreas sem lesão proximas à lesão principal

As lesões se tornam assimétricas, ou seja, não conseguimos dividí-las em duas metades semelhantes.

Existe ainda o melanoma sem pigmentação, ou melanoma amelanótico. A lesão é branca, sem cor. Esta é uma forma agressiva de melanoma. O risco de metástase é alto, pois esse tipo de câncer pode se espalhar rapidamente para outros órgãos.

câncer de pele. Melanoma
Melanoma no pé mostrando várias cores e áreas sem cor. Assimétrico e com bordas mal delimitadas

O diagnóstico precoce é fundamental, pois, quando detectado em estágios iniciais, o tratamento tem grandes chances de sucesso. Uma ferramenta simples e eficiente para reconhecer sinais suspeitos é a regra do ABCDE:

câncer de pele. Estadiamento melanoma
Regra do ABCDE para melanoma
  • A – Assimetria: uma metade da pinta é diferente da outra.
  • B – Bordas: contornos irregulares, mal definidos ou serrilhados.
  • C – Cor: presença de várias tonalidades (preto, marrom, vermelho, branco ou cinza).
  • D – Diâmetro: maior que 6 milímetros (do tamanho de uma borracha de lápis).
  • E – Evolução: mudanças na aparência, cor, tamanho ou sintomas, como coceira e sangramento.

Qualquer pinta que apresente essas características deve ser avaliada por um dermatologista.

Manejo nos Casos de Melanoma:

A excisão completa da lesão com margem de segurança de, pelo menos, 1 cm é a conduta correta.

O material retirado deve ser encaminhado para exame histopatológico, onde será feita o diagnóstico e o estadiamento do tumor:

Os níveis de Clark relacionam a profundidade com as estruturas anatômicas da pele.

A espessura de Breslow delimita a profundidade do tumor em milímetros.

câncer de pele melanoma. Niveis de Clark e Breslow
Correlação entre níveis de Clark e Espessura de Breslow

Tumores com Clark 1 estão restritos à epiderme – Melanoma “in situ”

Tumores com Clark até 2 e Breslow inferior a 0,75 mm tem prognostico excelente – A excisão da lesao com margem adequada, cura a lesão

Tumores Clark 3 com Breslow de 0,75 a 1,5 mm – Nesses casos deverá ser feita nova cirurgia, para alargamento das margens cirúrgicas, e a pesquisa da drenagem linfática preferencial do tumor com retirada da cadeia ganglionar para pesquisa de acometimento nos gânglios.
A realização de uma pesquisa radiológica para evidenciar metástases em outros órgãos também pode ser realizada.

Tumores Clark 4 ou mais com Breslow maior que 1,5 mm – Nesses casos o alargamento das margens e a pesquisa dos linfonodos regionais são mandatórios. A realização de Pet scan e outros métodos de imagem para análise de metástases à distância deve ser realizada , e esses pacientes devem ser acompanhados por um período de até 10 anos.

O tratamento do melanoma baseia-se na retirada completa e precoce da lesão, o que aumenta significativamente as chances de cura.

Fatores de risco para tumores de pele

Embora qualquer pessoa possa desenvolver câncer de pele, alguns fatores aumentam significativamente o risco:

  1. Exposição solar excessiva: o principal fator de risco. A radiação ultravioleta (UVA e UVB) danifica o DNA das células da pele, provocando mutações.
  2. Pele clara: pessoas de pele, olhos e cabelos claros têm menos melanina, pigmento que ajuda a proteger contra os efeitos nocivos do sol.
  3. Histórico familiar ou pessoal: quem já teve câncer de pele, ou tem parentes próximos com a doença, tem risco aumentado.
  4. Idade: quanto mais tempo de exposição acumulado ao longo da vida, maior o risco, por isso é mais comum em pessoas acima dos 50 anos.
  5. Uso de câmaras de bronzeamento: proibidas no Brasil desde 2009, essas máquinas emitem radiação UV em níveis muito altos, elevando o risco de câncer.
  6. Imunossupressão: pessoas com o sistema imunológico enfraquecido — por exemplo, transplantadas ou em tratamento com imunossupressores — têm maior propensão.
  7. Feridas crônicas e cicatrizes antigas: podem dar origem a alguns tipos de carcinoma.
  8. Exposição ocupacional: trabalhadores rurais, pescadores, pedreiros e outros profissionais que passam longos períodos sob o sol têm maior risco.
  9. Queimaduras solares – Com a formaçao de bolhas é um fator realcionado ao surgimento do melanoma em algumas pessoas

Sintomas e sinais de alerta

Os sintomas variam conforme o tipo de câncer de pele, mas é importante prestar atenção a qualquer alteração na pele, especialmente se for nova ou estiver mudando com o tempo. Os sinais de alerta incluem:

  • Feridas que não cicatrizam por mais de quatro semanas;
  • Lesões que coçam, sangram ou formam crostas;
  • Manchas que aumentam de diâmetro ou formato;
  • Áreas avermelhadas, descamativas ou doloridas;
  • Verrugas que crescem rapidamente ou endurecem.

A observação regular da própria pele é uma das formas mais eficazes de detectar o problema cedo. O autoexame deve ser feito em frente ao espelho, observando todo o corpo — inclusive couro cabeludo, plantas dos pés e entre os dedos.

Diagnóstico

O diagnóstico do câncer de pele é feito pelo dermatologista, que realiza uma avaliação clínica detalhada das lesões suspeitas. Em alguns casos, ele pode utilizar o dermatoscópio, um aparelho que amplia e ilumina a pele, facilitando a visualização das estruturas.

Dermatoscopia no câncer de pele.
dermatoscopia mostrando melanoma inicial com variação de tonalidades, alterações na rede pigmentar e borramento de algumas áreas.

O mais importante é programar as etapas para diagnóstico e tratamento.

Em nossa clínica, quando há suspeita clínica de algum tumor de pele, programamos, sempre que possível, a retirada completa da lesão com envio para exame histopatológico. Esse exame irá confirmar o diagnóstico e analisar as margens laterais e profundas para confirmar se a lesão foi completamente retirada.

Em casos de lesões muito extensas ou de lesões localizadas em áreas onde será necessária uma reconstrução, podemos optar pela biópsia incisional: Nesse procedimento um pequeno fragmento da lesão é retirado para análise laboratorial.

Em casos de melanoma ou de carcinomas mais avançados, podem ser necessários exames complementares, como ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, para verificar se houve disseminação.

Tratamento

O tratamento depende do tipo de câncer, tamanho, localização e estágio da lesão. As principais opções são:

1. Cirurgia

É o tratamento mais comum e, na maioria dos casos, curativo. Consiste na remoção completa da lesão com uma margem de segurança de pele saudável ao redor, para evitar recidivas.

Dra Ana Pia fazendo remoção cirurúrgica de câncer de pele
Dra Ana Pia fazendo a remoção cirúrgica de um tumor de pele

Em lesões extensas localizadas em áreas mais delicadas , por vezes utilizamos a cirurgia micrográfica de Mohs, onde se faz a análise das margens cirúrgicas durante o ato cirúrgico.

2. Radioterapia

Indicada quando a cirurgia não é possível ou como complemento. Utiliza radiação para destruir células cancerosas. Pode ser usada em casos de carcinoma espinocelular e, mais raramente, no basocelular.

3. Terapias tópicas

Alguns carcinomas superficiais podem ser tratados com pomadas que contêm substâncias como imiquimode ou 5-fluorouracil, que estimulam o sistema imunológico ou atacam as células tumorais. Essa técnica é utilizada sobretudo nos casos de múltiplas ceratoses actínicas

4. Crioterapia

Método em que a lesão é congelada com nitrogênio líquido, destruindo as células alteradas. É indicada apenas para casos muito superficiais.

5. Imunoterapia e terapia alvo

Usadas principalmente em casos de melanoma avançado. A imunoterapia estimula o sistema imunológico a combater as células cancerosas, enquanto a terapia alvo atua em mutações genéticas específicas do tumor. Esses tratamentos têm revolucionado o prognóstico do melanoma metastático, aumentando significativamente a sobrevida dos pacientes.

Prevenção

A prevenção é a principal arma contra o câncer de pele. Como a maior parte dos casos está relacionada à exposição solar excessiva, simples mudanças de hábitos podem fazer toda a diferença:

  1. Se proteja da luz do sol todos os dias: mesmo em dias nublados. Lembre que a radiação UVA atravessa vidros. O protetor solar ajuda sim, mas ficar exposto a luz por muitas horas pode trazer complicações, mesmo em quem usa filtro solar diariamente
  2. Evite o sol entre 10h e 16h: nesse período, a radiação UVB é mais intensa. Ela é a responsável pelas queimaduras solares e está mais relacionada ao câncer de pele.
  3. Use barreiras físicas: chapéus de aba larga, óculos de sol com proteção UV, roupas de manga comprida e tecidos com proteção solar são excelentes aliados.
  4. Não use câmaras de bronzeamento: além de proibidas, são extremamente prejudiciais.
  5. Faça autoexame da pele regularmente: observe pintas e manchas novas e procure um dermatologista ao notar qualquer alteração.
  6. Leve as crianças ao dermatologista: o cuidado deve começar cedo, já que as queimaduras solares na infância aumentam o risco de câncer na vida adulta.

Prognóstico e importância do diagnóstico precoce

Quando detectado precocemente, o câncer de pele tem altíssimas taxas de cura — superiores a 90% nos casos de carcinoma basocelular ou espinocelular, e próximas de 80% nos melanomas iniciais.

O grande desafio é identificar as lesões antes que cresçam ou se espalhem.

Ignorar uma mancha suspeita, acreditar que “é só uma pintinha” ou adiar a ida ao médico pode permitir que o tumor avance, tornando o tratamento mais complexo e invasivo. Por outro lado, uma simples consulta pode salvar vidas.

O câncer de pele é, ao mesmo tempo, o mais comum e o mais fácil de diagnosticar e tratar entre todos os tipos de câncer.

A maioria dos tumores tem baixa malignidade. A retirada cirúrgica cura a lesão

Além dos tumores próprios da pele, tratados aqui nesse texto, o câncer em outras partes do organismo pode mostrar metástases ou alterações na pele.

Em um país ensolarado como o Brasil, o cuidado com a pele deve ser diário, não apenas no verão ou na praia. Beleza e saúde caminham juntas — proteger a pele é, também, uma forma de cuidar de si e das pessoas que amamos.

A conscientização é a melhor forma de combater o câncer de pele: quanto mais informação, mais prevenção e mais vidas salvas.

Câncer de Pele: Saiba tudo! Diagnóstico, Tratamento e Prevenção

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